Quem disse que o mar tem de ser azul?
Um texto sobre crescer visualmente, desaprender expectativas e reencontrar a ilustração como lugar de verdade. Entre o fofinho, o mercado e a necessidade de estrutura, uma reflexão honesta sobre prática artística, liberdade e foco.
Uma imagem pode crescer?
Tudo começou com uma figura sentada num teatro e a sensação estranha de que a imagem não me dizia nada. Em vez de a abandonar, comecei a imaginar o que podia existir à sua volta — objetos, símbolos, espaço, silêncio.